terça-feira, 27 de setembro de 2016

Jovens revivem a mania dos bótons        personalizados


Bótons são aqueles acessórios decorativos projetados para ficarem presos ao vestuário, eles ficaram bastante conhecidos por exercer publicidade e propaganda, porém com o tempo, o bóton resistiu e voltou à moda como um símbolo da cultura Geek.

O processo de produção tem duas operações rápidas.  Primeiro é preciso colocar uma tampa de metal na máquina, com a arte impressa em um papel comum. Em cima vai um filme de poliéster, para proteger e dar brilho à imagem. E é só abaixar a prensa. Depois, na segunda operação, é inserida a base de plástico com alfinete, é prensada de novo e está pronto o bóton: em no máximo três minutos.
Vistos em jaquetas, bonés e mochilas pelas ruas; nos aventais e uniformes em empresas, lanchonetes e supermercados, esses pequenos notáveis são outdoors móveis em miniatura, que transmitem um volume enorme de informação sem a necessidade de dizer uma palavra sequer.

O diferencial vem da arte, desenhos, imagens e referências à cultura pop que virou mania. Qualquer imagem pode virar bóton e acompanhar na mochila ou na roupa de uma pessoa ou pode ser objeto de colecionadores.

O público alvo é de crianças, jovens e adultos que possuem algo em comum, gostar e de se expressar por meio das roupas e estilo. “As crianças gostam dos desenhos como “Minions” e “Hora de aventura” e super heróis, já os jovens e adultos procuram pelos jogos, filmes e animes”,

História dos Bótons
Bótons políticos sempre fizeram parte da política americana, com George Washington e muitas outras pessoas vestindo seu primeiro bóton político em 1789. Em 1824, os bótons foram usados pela primeira vez em campanhas, que culminaram na vitória de John Quincy Adams sobre Andrew Jackson.
Nas décadas de 60 e 70, os acessórios não eram usados somente por políticos, as primeiras bandas de rock viram o potencial dos bótons como uma forma barata de entrarem em contato com seus fãs. Bandas e artistas adotaram e popularizaram o mini-button (2,5cm) graças a uma empresa londrina chamada Better Badges.

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